“Três minutos para a maior batalha da nossa vida profissional. Tudo depende de hoje. Ou nos curamos como equipa ou vamo-nos desintegrar. Estamos no inferno agora, cavalheiros. Acreditem em mim. E podemos ficar aqui, e levar merda na cara, ou podemos lutar, e voltar à luz. Podemos sair do inferno, mas eu não posso fazer isso por vocês. Nos dois jogos, na vida ou no futebol, a margem de erro é tão pequena, meio passo antes, ou depois, e não conseguimos. Meio segundo antes, ou depois, e não agarramos. As polegadas de que precisamos estão ao nosso redor. Estão em cada brecha do jogo, em cada minuto, em cada segundo. Neste equipa, nós lutamos por esta polegada. Neste equipa, nós dilaceramo-nos, e a todos ao nosso redor, por essa polegada. Nós agarramos com as unhas esta polegada. Porque sabemos que, quando juntarmos todas as polegadas, isso fará toda a diferença entre vencer ou perder! Entre viver ou morrer! Eu garanto: em qualquer luta, é a pessoa que está disposto a morrer quem as ganha. E sei que, se eu ainda tiver alguma vida, é porque ainda estou disposto a lutar e morrer por aquela polegada. Porque isso é que é viver! Não posso obrigá-los a nada.O lhem para a pessoa ao vosso lado, olhem nos olhos dele! Vocês verão uma pessoa que lutará por essas polegadas com vocês! Vocês verão uma pessoa que vai se sacrificar pela sua equipa. Porque ele sabe que, quando chegar a hora, vocês farão o mesmo por ele! Isso é uma equipa, cavalheiros.
Ou nos curamos, agora, como uma equipa, ou morreremos como indivíduos.
Agora, o que vocês vão fazer?”
Al Pacino em "Um Domingo qualquer" de Oliver Stone, 1999
sexta-feira, 3 de julho de 2009
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